BLUEBIOTECH4PAIN

Biotecnologia usando bactérias marinhas para o tratamento da dor crónica

EEA GRANTS | PT-INNOVATION-0012

Nome do projeto: Bluebiotech4Pain

Principal objetivo: Biotecnologia usando bactérias marinhas para o tratamento da dor crónica

Código do Projeto | PT-INNOVATION-0012

Designação | EEA Grants 2014-2021 – Programa Crescimento Azul

Aviso | EEA/BG-Call1/021/2019

Data de Início | 2020-10-26

Data de Fim | 2022-10-31

Objetivos, Atividades e Resultados Esperados/Obtidos

O projeto Bluebiotech4Pain visa utilizar recursos marinhos no tratamento de doenças através da biotecnologia marinha: o desenvolvimento de um analgésico de origem marinha para o tratamento da dor crónica, através de um processo de produção biotecnológica industrial.

Estudos anteriores da Sea4Us demonstraram bioatividade analgésica de uma molécula extraída de bactérias marinhas de Sagres, Portugal. A prova de conceito revelou bons níveis de eficácia em modelos animais.

Este projeto consiste na otimização do método de produção biotecnológica desse composto (ou das suas variantes), mantendo ou mesmo melhorando a sua bioatividade, e levando ao estabelecimento de um método de produção em escala e ao desenho da estratégia de negócios. É essencial para levar o programa analgésico da Sea4Us ao mercado: gerar material para a realização dos ensaios pré-clínicos e estabelecer um acordo de licenciamento com uma grande empresa farmacêutica, que irá então concluir o desenvolvimento do medicamento.

As atividades deste projeto incluem:

Atividade 1: Otimização da produção biotecnológica, apoiada por síntese química; desenvolvimento de estirpes e do processo de fermentação;

Atividade 2: Testagem dos compostos produzidos através de ensaios de eficácia por eletrofisiologia e in vivo, bem como para outras bioatividades e toxicidade;

Atividade 3: Ampliar o processo de produção otimizado até à escala piloto;

Atividade 4: Submissão de patentes e desenho da estratégia de negócios subsequente.

Neste projeto, a NOVA Medical School (Lisboa, Portugal) irá focar-se em microbiologia e otimização do crescimento, a SINTEF (Trondheim, Noruega) trabalhará no desenvolvimento de estirpes e no aumento de escala do processo de fermentação, a UiT The Arctic University of Norway (Tromsø, Noruega) utilizará a sua experiência em testes de bioatividade e toxicidade, e a Sea4Us (Sagres e Lisboa, Portugal) aplicará os seus conhecimentos de eletrofisiologia e ensaios in vivo, e também de propriedade intelectual e de negócios farmacêuticos.